quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Robinho no Santos



O MANCHESTER City emprestou Robinho ao Santos até ao final da época, todavia o extremo ponderá ficar mais quatro anos caso o clube paulista o queira.

O “príncipe”, como é apelidado no clube, chegou com o “rei” Pelé à Vila Belmiro, e aterraram ambos de helicóptero num estádio repleto de fãs.

Robinho, perante milhares de adeptos delirantes, mostrou a sua satisfação pelo “regresso à casa”: “Tenho um amor muito grande pelo Santos, que é o clube que me projectou no futebol. Tive sempre muito orgulho em vestir esta camisola e quero ver todos felizes com vitórias”.

“Quando chegamos a um clube e nos sentimos bem podemos ficar mais tempo. Se o presidente Luis Álvaro Ribeiro quiser fico até por qu

Resultados completos e classificação final

1ª jornada

Maxaquene-Matchedje (1-0)

Ferroviário-Desportivo (2-1)

2ª jornada

Ferroviário-Matchedje (0-0)

Maxaquene-Desportivo (2-0)

3ª jornada

Desportivo-Matchedje (2-2)

Maxaquene-Ferroviário (1-0)

J V E D B P

MAXAQUENE 3 3 0 0 5-0 6

Ferroviário 3 1 1 1 2-2 4

Matchedje 3 0 2 1 2-3 2

Desportivo 3 0 1 2 3-6 1

Contra o Togo no CAN de Angola: UA exige detenção de autores do ataque


A UNIÃO Africana (UA) instou os países não africanos onde foi organizado, concebido e reivindicado o ataque terrorista contra a Selecção do Togo em Angola a colaborarem com o Governo angolano na detenção e no julgamento dos responsáveis pelo acto, soube a PANA em Addis-Abeba, capital da Etiópia.

De acordo com uma decisão da 14ª Cimeira da UA realizada entre 31 de Janeiro e 2 de Fevereiro deste ano na capital etíope, os líderes africanos condenaram "veementemente" o acto perpetrado a 8 de Janeiro e exigiram a cooperação destes países para a detenção e o julgamento dos autores do ataque contra a selecção togolesa de futebol que devia disputar o 27º Campeonato Africano das Nações (CAN-2010).

"Os países não africanos onde o acto terrorista em causa foi organizado, concebido e finalmente reivindicado devem colaborar com o Governo de Angola na detenção e no julgamento dos responsáveis pelo acto", refere o texto das decisões da conferência.

Por outro lado, pede-se a todos os países, africanos e não africanos, que se abstenham de "promover, proteger, apoiar e abrigar grupos terroristas", lembrando que o terrorismo "é um acto abominável e condenável que visa desestabilizar a paz e a segurança de todos os povos".

Os países não africanos são igualmente convidados a não permitir a residência em seus territórios de cidadãos naturalizados com conhecidos antecedentes terroristas, bem como a tomar medidas para prevenir o uso do seu espaço geográfico para a preparação de tais actos.

O ataque contra o autocarro que transportava a delegação da selecção togolesa ocorreu dois dias antes do início do CAN, após um estágio no Congo-Brazzaville. O acto foi perpetrado por rebeldes armados próximo da fronteira com Angola.

Esta acção foi reivindicada, a partir da capital francesa, Paris, pela Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), um grupo separatista que reclama pela independência desta província rica em petróleo no norte de Angola e fronteiriça com o Congo-Brazzaville.

Após o ataque, que causou a morte do treinador-adjunto da seleccção togolesa, Abalo Amelete, do assessor de Imprensa da equipa, Stanislas Ocloo, e de um cidadão angolano, o Governo togolês decidiu repatriar a sua equipa.

Na sequência desta decisão das autoridades togolesas a Confederação Africana de Futebol (CAF) suspendeu a Selecção do Togo dos CAN de 2012 e 2014, indicando que a decisão de repatriar a equipa, apesar de os jogadores manifestarem a vontade de disputar o CAN, transgride os regulamentos deste órgão reitor do futebol continental.

De acordo com o regulamento do CAN,"a ausência declarada a menos de 20 dias do início da competição final ou durante o torneio implicará uma multa de 50 mil dólares e a suspensão da Selecção Nacional das duas edições seguintes do CAN".

Mas o Governo togolês exprimiu a sua indignação e reprovação pela decisão da CAF de suspender a sua Selecção Nacional do CAN durante quatro anos.

"O Togo acolheu com indignação e reprovação a decisão da CAF de suspender dos dois próximos CAN a nossa equipa nacional com uma multa", indicaram as autoridades togolesas numa declaração. O mesmo documento diz tratar-se duma "decisão surpreendente que pode ser interpretada como sendo igualmente a expressão dum desdém total face ao que o Togo e o povo togolês viveram como um drama".

Explicando os motivos que o levaram a retirar a Selecção Nacional do CAN, o Governo togolês afirmou que a retirada não resultou duma vontade manifesta da selecção, muito menos do Governo, mas do facto de que "as condições de segurança não estavam reunidas".

Por isso, as autoridades togolesas pretendem levar o caso diante do Tribunal Arbitral do Desporto em Lausanne, na Suíça, para interpor recurso pela decisão.

A Selecção do Togo deveria disputar o Grupo B do CAN-2010, na província de Cabinda, no norte de Angola, com as suas similares da Costa do Marfim, do Burkina Faso e do Gana.

CIMEIRA ADIADA

Entretanto, a próxima cimeira ordinária da União Africana (UA) inicialmente programada para finais de Junho a princípios de Julho deste ano vai ser adiada para o fim deste último mês por coincidir com o Mundial de 2010 na África do Sul, soube a PANA terça-feira em Addis-Abeba (Etiópia).

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) fixou a fase final do Campeonato do Mundo de 2010, o primeiro na história do futebol mundial a realizar-se em solo africano, para 11 de Junho a 11 de Julho de 2010.

De acordo com fonte próxima da 14ª Cimeira Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da UA decorrida de 31 de Janeiro a 2 de Fevereiro deste ano em Addis-Abeba, a 15ª sessão ordinária desta conferência deverá realizar-se de 19 a 27 de Julho de 2010.

A fonte indica que os chefes de Estado africanos aceitaram a proposta apresentada pelo Uganda durante a 11ª Cimeira da UA decorrida em 2008 na cidade egípcia de Charm El-Cheikh, para albergar a 15ª sessão ordinária da organização em Kampala.

A União Africana considera necessário prestar todo o apoio à África do Sul enquanto organizadora do Mundial de 2010, durante o qual deverão ser exibidos "não só produtos do artesanato cultural de África como também da arte africana em geral".

Por isso, numa das suas recomendações ao Conselho Executivo da UA no quadro desta 14ª cimeira da organização panafricana, os embaixadores africanos reunidos no Comité de Representantes Permanentes (COREP) sugeriram que a próxima conferência não coincidisse com o Mundial 2010.

"As datas da fase final da Copa do Mundo a ter lugar na África do Sul em 2010 devem ser tidas em conta na fixação das datas para a próxima cimeira da União Africana agendada para Junho a Julho de 2010", refere o relatório do COREP submetido ao Conselho Executivo.

A segunda cimeira ordinária anual da UA é normalmente realizada entre os finais de Junho e princípios de Julho fora da sede da organização panafricana que está situada na capital etíope, Addis-Abeba.

Taça de Portugal : Porto “esmaga” Sporting


NUMA final antecipada, os dragões dizimaram o Sporting (5-2) e garantiram terça-feira à noite um lugar nas meias-finais da Taça de Portugal.

Rolando inaugurou o marcador para a equipa da casa e Izmailov empataria o encontro quatro minutos depois, com um grande golo. No entanto, Falcão recolocaria os dragões na frente, bisando ainda antes do intervalo.

Silvestre Varela e Mariano González deram contornos de goleada ao resultado, com Liedson a amenizar já em cima do apito final

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Federação Moçambicana de Natação: Três listas concorrem à eleição da nova direcção


TRÊS nomes concorrem para o cargo de presidente da Federação Moçambicana de Natação (FMN), cujas eleições se realizam na tarde da próxima sexta-feira no Comité Olímpico de Moçambique, no decurso da assembleia geral daquela instituição que tem igualmente como pontos de agenda a aprovação dos respectivos estatutos.

Trata-se de Momed Essaque, que representa o Núcleo dos Amigos da Natacão, e que é um dos membros da Comissão Administrativa da FMN, Gilberto Mendes, antigo nadador e proprietário da Companhia de Teatro Gungú, e Hélder Vasco Nguluve, antigo praticante, juiz e cronometrista.

O Conselho Nacional do Desportos confirmou, ontem, a entrada das três listas concorrentes na secretaria daquele órgão que, na ausência da Mesa da Assembleia Geral, vai orientar a reunião magna que culminará com a escolha de uma nova direcção, o que acontecerá depois de sensivelmente três anos de vazio de poder, desde que foram impugnadas as últimas eleições realizadas em 2007 devido a irregularidades.

No entanto, o escrutínio será antecedido da aprovação do regimento eleitoral que vai orientar as eleições. O regimento eleitoral tem como objectivo conferir a legitimidade dos concorrentes e das respectivas listas no cumprimento dos requisitos.

Como se pode depreender, este será o escrutínio mais concorrido na vida da modalidade, facto que tem a ver com a sensibilidade que alguns dos fazedores da modalidade e antigos praticantes têm com a causa da natação que nos últimos anos está votado ao fracasso, devido à crise de dirigismo.

Gilberto Mendes, por exemplo, disse à nossa Reportagem que vai concorrer em respeito da vontade expressa por aqueles que com ele nadaram no passado, período em que a natação era referência no país, tendo igualmente ficado sensibilizado com o facto de a modalidade estar a registar uma fase muito crítica e que é a causa dos fracos resultados que se verificam nas competições internas e internacionais.

Por seu turno, Momed Essaque salientou que ficou motivado pela experiência e convivência que teve durante cerca de um ano ligado à Comissão Administrativa e reiterou ter aprendido muito sobre a modalidade, sobretudo pelo facto de movimentar maioritariamente crianças. É da opinião que, com os problemas que a natação vive, é preciso encontrar e envolver as grandes figuras que fizeram a história da modalidade com o objectivo de torná-la mais profissionalizada.

Hélder Nguluve, por seu turno, pretende que sejam envolvidos todos aqueles que ao longo dos anos demonstraram que é possível movimentar a modalidade, mesmo com as carências provocadas pela própria conjectura histórica para que, através dessa experiência e união de forças, se possa partir para os desafios que se colocam, nomeadamente elevar a qualidade competitiva tendo como alicerce a aposta na formação.

Guebuza felicita Angola e Egipto



O PRESIDENTE da República, Armando Guebuza, felicitou o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, por aquilo que chamou de excelente organização do Campeonato Africano das Nações.

É com profundo júbilo que o povo e o Governo da República de Moçambique e, em particular, os desportistas moçambicanos se associam ao povo e ao Governo da República de Angola pela excelente organização do Campeonato africano de Futebol Angola-Orange 2010, refere o Presidente Guebuza.

Na mesma mensagem, o Chefe do Estado regista o civismo, a forma massiva e entusiástica como a população acorreu aos estádios e acompanhou os jogos, bem como a hospitalidade que estendeu às delegações desportivas africanas participantes no campeonato, incluindo a moçambicana.

Numa outra mensagem, o estadista moçambicano felicitou a selecção do Egipto pela conquista do Campeonato Africano das Nações, edição 2010, terminada domingo em Angola.

Numa mensagem enviada ao seu homólogo egípcio, Hosni Mubarak, a partir de Addis-Abeba, onde se encontra a participar na 14ª cimeira da União Africana, o Presidente Armando Guebuza considera que a vitória representa a excelente performance da equipa egípcia e deseja a esta selecção de futebol muitos sucessos e que persista nos seus sonhos atingir níveis cada vez mais altos.

CAN-2010 - Adeus à moda do futuro


O CAN-2010 encerrou-se com um sofisticado “show” pirotécnico, luzes e coreografias de sentido futurista, que proporcionaram uma harmoniosa combinação entre a cultura milenar dos antepassados e a dança contemporânea africana.

Mais de 45 mil pessoas assistiram, na noite de domingo, à festa de encerramento da maior prova do futebol africano, no Estádio 11 de Novembro, na zona da Camama, ganha pelo Egipto, com golo do “milagreiro” Gedo, aos 85 minutos.

O espectáculo, bastante colorido, envolveu 104 percussionistas e 400 figurantes, entre os quais militares do Exército que ajudaram a mostrar, em dez minutos, a Angola progressista, dando particular ênfase à presença espiritual dos antepassados.

Com recursos tecnológicos de primeira geração, o show mostrou parte do universo das máscaras nacionais, ressaltando a figura de elementos identitários da cultura tradicional, como o chongo, vindunga e yaka. As cinco máscaras gigantes, expostas na pista de tartã, simbolizaram as sociedades secretas dos antepassados, seus hábitos e costumes, tendo sido complementadas pela imagem do olho do gigante, representando a presença espiritual dos antepassados.

O espectáculo de encerramento repartiu-se em sete coreografias curtas e modernas, envolvendo "bailarinos aéreos", com destaque para a montagem da coreografia do CAN Angola 2010, que encheu o estádio de fogos e sombras, com a projecção do mapa de Angola no relvado.

Um dos momentos altos foi a chegada aérea da taça, trazida por uma "astronauta" em volta de uma botija de ar, seguido de um espectacular show de pirotecnia, com duração de cinco minutos.

CAN 2010 - Togo suspenso por duas edições



O TOGO está proibido de participar nas próximas duas edições do CAN, agendadas para 2012 e 2014. A decisão foi tomada pela Confederação Africana de Futebol, na sequência da decisão dos responsáveis togoleses de retirarem a equipa nacional do CAN disputado em Angola.

Recorde-se que a selecção do Togo foi alvo de um ataque terrorista quando entrava em Angola, um ataque perpetrado pela Frente de Libertação do Estado de Cabinda, que acabou por vitimar dois membros da delegação togolesa. Na sequência do ataque, a selecção do Togo acabou por abandonar a prova.

No sábado, Issa Hayatou, presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), explicou à France Press que a decisão de banir o Togo das duas próximas edições se prende com “interferências governamentais no futebol”. Isto porque foi por decisão do Governo que o Togo abandonou a prova.

CAN 2010: Esta decisão é monstruosa


O TOGOLÊS Emmanuel Adebayor apelou ao presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF) para sair, depois da decisão "monstruosa" de suspender o Togo das duas próximas edições do CAN.

O avançado do Manchester City fazia parte da equipa do Togo que foi atacada a tiro em Cabinda, dois dias antes do início da CAN, que termina domingo em Angola, em que foram mortos dois elementos do delegação togolesa e um angolano, motorista do veículo.

"Issa Hayatou fez muito por África, mas agora deve sair. Esta decisão é monstruosa", considerou Adebayor, de 25 anos, em declarações ao "L'Equipe".

Após o incidente de Cabinda, a equipa do Togo retirou-se da competição e regressou ao seu país a pedido do Governo togolês. O presidente da CAF anunciou no passado sábado que a confederação suspendeu o Togo por duas edições, porque houve "uma interferência governamental" na decisão de o Togo se retirar da competição.

Eleições no Maxaquene a 3 de Março


A ELEIÇÃO dos novos corpos gerentes do Clube de Desportos da Maxaquene está aprazada para o dia 3 de Março próximo, segundo foi decidido no decorrer da Assembleia Geral Ordinária da colectividade, realizada na manhã de sábado, sob a condução de Abdul Carimo Issá, na qualidade de presidente deste fórum. Ao que tudo indica, Solomone Cossa, actual homem-forte da Comissão de Gestão que dirige os destinos da colectividade desde Maio do ano transacto, deverá ser proposto para a presidência, sucedendo a Rafindine Mahomed.

Um dos factos ocorridos no encontro de sábado e que faz prever que, efectivamente, Cossa deverá ser eleito pelos sócios do Maxaquene, tem a ver com a sua distinção com uma moção honrosa, uma situação que deixa clara a sua indicação para dirigir os destinos do clube “tricolor” nos próximos anos.

Durante a reunião foram aprovados, por aclamação, os relatórios de actividade e de contas da Comissão de Gestão, face ao excelente desempenho no seu mandato. Este foi, aliás, um dos pontos positivos que pesaram na escolha de Solomone Cossa.

No ano passado, o Maxaquene viveu uma das maiores crises da sua história: tudo lhe correu mal, desde as tentativas falhadas de eleições e mudanças constantes no comando técnico da equipa de futebol, com a sucessão entre Litos (português), Zoran Pesic (sérvio) e Zainadine (moçambicano).

Em relação aos reforços, os “tricolores” asseguraram a contratação de cinco jogadores já com créditos firmados no futebol moçambicano, casos de Eboh (ex-Atlético Muçulmano), Aníbal (ex-Desportivo), Alvarito (ex-Costa do Sol), Eládio (ex-HCB) e Tony (ex-Ferroviário da Beira).

CAN 2010: Standard Bank ofereceprémios aos melhores


ESSAM El Hadary e Mohamed "Gedo" Nagy, ambos da selecção egípcia, conquistaram os prémios de melhor guarda-redes e de jogador revelação, respectivamente.

O prémio, instituído pelo Standard Bank, patrocinador do CAN-2010, consiste numa viagem para um evento desportivo internacional à sua escolha, com tudo pago.

Os grandes vencedores destes magníficos prémios foram apresentados e divulgados, logo a seguir à grande final em Luanda, e cada um terá a oportunidade de escolher um evento desportivo internacional que pretenda assistir com direito a acompanhante, durante os próximos doze meses, com todas as despesas pagas, incluindo passagens aéreas, acomodação e bilhetes de ingresso ao evento escolhido.

"Estamos orgulhosos pelo facto de nos termos associado a este grandioso e emocionante evento, que conseguiu unir toda a África através do futebol", disse Clement Motale, Chefe do Departamento de Patrocínios do Grupo Standard Bank, acrescentando que "o torneio conseguiu inquestionavelmente exibir o talento africano no futebol. O Standard Bank está a apostar fortemente no futebol no continente e quer recompensar o talento neste desporto, bem como apoiar o seu crescimento.

"Todos os jogadores que participaram no Campeonato exibiram a sua classe, mas nós queremos realmente dar crédito àqueles que o tornaram num evento memorável", afirmou Motale.

Como um dos provedores líderes de serviços financeiros nos principais mercados emergentes em África, o Standard Bank tem demonstrado o seu compromisso para com o futebol, através da assinatura de um acordo de oito anos de patrocínio com a Confederação Africana de Futebol (CAF) até 2016. O patrocínio tem como objectivo apoiar o desenvolvimento do futebol em África, bem como estabelecer contactos significativos com os seus clientes e colaboradores através da paixão comum pelo futebol.

Uma Supertaça para duas super formações


COM o Torneio “O Treinador” a ser concluído amanhã, 3 de Fevereiro, feriado nacional, Dia dos Heróis Moçambicanos, o futebol envolvendo as melhores equipas do país não vai parar. Na tarde do próximo domingo a Supertaça colocará frente-a-frente duas super formações, designadamente Ferroviário e Costa do Sol, numa única partida a ser disputada no relvado dos “canarinhos”, a partir das 15.00 horas.

Tendo também no seu horizonte as Afrotaças, programadas já para este mês, o Ferroviário apresenta-se na Supertaça na qualidade de campeão nacional (vencedor do Moçambola) e Costa do Sol entanto que finalista vencido da Taça de Moçambique, precisamente diante dos “locomotivas”, que no ano transacto, igualmente, conquistaram a Supertaça.

Em face da pressão que este início da temporada exerce sobre si, ambos os conjuntos não terão hipóteses de encarar este desafio com superficialidade. Está em causa a conquista de uma importante prova, mas também o aquilatar dos seus atletas perante um adversário da mesma dimensão, depois das saídas e entradas nos respectivos plantéis, que continuam sob a batuta de Chiquinho Conde e João Chissano.

Enquanto os “locomotivas” já se apresentaram publicamente aos seus adeptos, por intermédio do Torneio “O Treinador”, de que são finalistas amanhã diante do Maxaquene, os “canarinhos” de 2010 apenas serão conhecidos na Supertaça, já que, tal como Liga Muçulmana e Atlético Muçulmano, dispensaram a prova organizada pela Associação dos Treinadores de Futebol de Moçambique.

De acordo com o regulamento da Supertaça, uma prova sob a égide da Federação Moçambicana de Futebol, caso não se encontre o vencedor decorridos os 90 minutos regulamentares, haverá um intervalo de cinco minutos, prosseguindo a partida durante meia hora, dividida em duas partes de 15 minutos cada, sem intervalo, mas com mudança de campo. Se, no fim do prolongamento o empate subsistir, recorrer-se-á à marcação de séries de grandes penalidades, por jogadores diferentes, até se encontrar o vencedor.

CAMADAS JOVENS SÃO OBRIGATÓRIAS

Tendo como fundamento o desenvolvimento das camadas de formação, inquestionável base para o sustento do nosso futebol, a FMF decretou, a partir da presente época, a obrigatoriedade de os clubes participantes no Moçambola e nos Campeonatos Provinciais apresentarem equipas das categorias inferiores, nomeadamente infantis, iniciados, juvenis e juniores.

Para a I Divisão (Moçambola) os clubes são obrigados a apresentar, no mínimo, dois escalões e os da II Divisão (Provinciais) pelo menos um escalão.

De acordo com a Federação, as provas destas categorias deverão, obrigatoriamente, ter início em simultâneo com as competições nacionais e provinciais, em todo o país, a 6 de Março próximo.