segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

CAN ANGOLA-2010: Campanha dos “Mambas” estimada em 64 milhões - revela António Chambal, vice-presidente da Federação Moçambicana de Futebo



SESSENTA e quatro milhões de meticais é o valor que se vai despender na campanha da Selecção Nacional de Futebol para o Campeonato Africano das Nações (CAN), a ter lugar em Angola, de 10 a 31 do próximo mês. Esta informação foi revelada por António Chambal, vice-presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF).

Segundo o dirigente, o montante servirá para cobrir toda a campanha dos “Mambas”, desde o primeiro dia de treinos até ao regresso do CAN. “Os 64 milhões de meticais servirão para custear toda a nossa campanha. Os treinos, os estágios, as viagens, hospedagem, prémios de jogo e “pocket money”. E devo dizer que este valor foi estipulado avaliando o cenário mais optimista, que para nós é conquistar a taça. O mesmo que dizer que o dinheiro foi programado pensando numa eventual qualificação de Moçambique para a final, isto a 31 de Janeiro. Mas é claro que, se formos eliminados antes dessa fase, não será necessário despender-se os 64 milhões na totalidade”.

António Chambal afirmou que, desta vez, a FMF não desenhou a campanha com reservas, tal como aconteceu na fase de apuramento para CAN e Mundial. É que, de acordo com o dirigente, foi um grande erro não se ter pensado que Moçambique tinha condições de lutar por um lugar no Mundial e, quando se deu conta que os adversários não eram nenhuns bichos-de-sete-cabeças, já era tarde.

“Desta vez colocámos a fasquia ao mais alto nível. Queremos chegar à final, e sabemos que esta equipa tem valor para tal. O orçamento ao dispor da Selecção Nacional deixa-lhe à vontade para chegar à final com os prémios de jogo e “pocket money” garantidos”.

Aliás, como não podia deixar de ser, os jogadores serão os privilegiados da verba disponível. É que, de acordo com o vice-presidente da FMF, mais de metade do valor em alusão será para pagar prémios de jogo e “pocket money” aos atletas. “Tudo foi preparado ao detalhe para que os jogadores se preocupem apenas em jogar e não com assuntos extra-futebol.

Posso adiantar que 54 porcento dos 64 milhões serão para pagar prémios de jogo e “pocket money” aos jogadores. Queremos que eles, os atletas, se sintam à vontade para trabalhar e darem o seu máximo pelo país”.

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